jun
12
2009

Comando CP – Linux

Tags:

NAME
cp -- copia arquivos

SYNOPSIS
cp [-R [-H | -L | -P]] [-f | -i | -n] [-alpv] arquivo_de_origem
arquivo_de_destino
cp [-R [-H | -L | -P]] [-f | -i | -n] [-alpv] arquivo_de_origem ...
diretório_de_destino

DESCRIÇÃO
Na primeira forma da synopsis, o utilitário cp copia o conteúdo do
arquivo arquivo_de_origem para o arquivo_de_destino. Na segunda forma da
synopsis, o conteúdo de cada arquivo_de_origem nomeado é copiado para o
diretório_de_destino. Os nomes dos arquivos não são mudados. Se o cp
detecta uma tentativa de copiar um arquivo para o próprio arquivo, a
cópia falhará.

As seguintes opções estão disponíveis:

-H Se a opção -R é especificada, ligações simbólicas na linha de
comando são seguidas. (Ligações simbólicas encontradas na traves-
sia da árvore não são seguidas.)

-L Se a opção -R é especificada, todas as ligações simbólicas são
seguidas.

-P Se a opção -R é especificada, nenhuma ligação simbólica é seguida.
Esse é o padrão.

-R Se arquivo_de_origem designa um diretório, o cp copia o diretório e
toda a subárvore conectada naquele ponto. Se o arquivo_de_origem
termina em um /, o conteúdo do diretório é copiado em vez do
próprio diretório. Essa opção também faz com que ligações
simbólicas sejam copiadas, em vez de passar indiretamente por elas,
e com que o cp crie arquivos especiais em vez de copiá-los como
arquivos normais. Diretórios criados possuem o mesmo modo que o
diretório de origem correspondente, sem modificação pela umask do
processo.

Note que o cp copia arquivos ligados fisicamente como arquivos sep-
arados. Se você precisa preservar ligações físicas, considere a
utilização do tar(1), cpio(1) ou pax(1) no lugar.

-a Modo pacote. O mesmo que -RpP.

-f Para cada nome de caminho de destino existente, remove-o e cria um
novo arquivo, sem pedir confirmação, independente de suas per-
missões. (A opção -f sobrescreve qualquer utilização anterior da
opção -i ou -n.)

-i Faz com que o cp escreva um prompt na saída de erro padrão antes de
copiar um arquivo que sobrescreveria um arquivo existente. Se a
resposta da entrada padrão começa com o caractere `y' ou `Y',
ocorre a tentativa de cópia do arquivo. (A opção -i sobrescreve
qualquer utilização anterior da opção -f ou -n.)

-l Em vez de copiar, cria ligações físicas para arquivos normais em
uma hierarquia.

-n Não sobrescreve um arquivo existente. (A opção -n sobrescreve
qualquer utilização anterior da opção -f ou -i.)

-p Faz com que o cp preserve na cópia os seguintes atributos de cada
arquivo de origem: horário de modificação, horário de acesso,
opções de arquivo, modo de arquivo, ID de usuário e ID de grupo,
conforme permitido pelas permissões.

Se o ID de usuário e o ID de grupo não podem ser preservados, nen-
huma mensagem de erro é mostrada e o valor de saída não é alterado.

Se o arquivo de origem tem seu bit set-user-ID ligado e o ID de
usuário não pode ser preservado, o bit set-user-ID não é preservado
nas permissões da cópia. Se o arquivo de origem tem seu bit set-
group-ID ligado e o ID de grupo não pode ser preservado, o bit set-
group-ID não é preservado nas permissões da cópia. Se o arquivo de
origem tem seus bits set-user-ID e set-group-ID ligados, e o ID de
usuário ou ID de grupo não podem ser preservados, os bits set-user-
ID e set-group-ID não são preservados nas permissões da cópia.

-v Faz com que o cp seja loquaz, mostrando os arquivos enquanto eles
são copiados.

Para cada arquivo de destino que já existe, seu conteúdo é sobrescrito se
as permissões permitem. Seu modo, ID de usuário e ID de grupo não são
modificados, a menos que a opção -p foi especificada.

Na segunda forma da synopsis, diretório_de_destino deve existir, a menos
que exista somente um arquivo_de_origem nomeado, o qual é um diretório, e
a opção -R está especificada.

Se o arquivo de destino não existe, o modo do arquivo de origem é uti-
lizado conforme a modificação feita pela máscara de criação de modo de
arquivo (umask, veja csh(1)). Se o arquivo de origem tem seu bit set-
user-ID ligado, aquele bit é removido, a menos que o arquivo de origem e
o arquivo de destino sejam de propriedade do mesmo usuário. Se o arquivo
de origem tem seu bit set-group-ID ligado, aquele bit é removido, a menos
que o arquivo de origem e o arquivo de destino estejam no mesmo grupo e o
usuário é um membro daquele grupo. Se os bits set-user-ID e set-group-ID
estão marcados, todas as condições acima devem ser satisfeitas ou os bits
são removidos.

Permissões apropriadas são exigidas na criação ou sobrescrita de arquivo.

Ligações simbólicas sempre são seguidas, a menos que a opção -R esteja
marcada; neste caso, as ligações simbólicas não são seguidas, por padrão.
A opção -H ou -L (junto com a opção -R) faz com que ligações simbólicas
sejam seguidas como descrito acima. As opções -H, -L e -P são ignoradas,
a menos que a opção -R seja especificada. Adicionalmente, essas opções
sobrescrevem cada outra, e as ações do comando são determinadas pela
última opção especificada.

Se o cp recebe um sinal SIGINFO (veja o argumento status para stty(1)), o
arquivo de entrada e saída atual e a percentagem completada serão
escritos na saída padrão.

STATUS DE SAÍDA
The cp utility exits 0 on success, and >0 if an error occurs.

COMPATIBILIDADE
Versões históricas do utilitário cp possuem uma opção -r. Esta imple-
mentação suporta aquela opção; entretanto, seu comportamento é diferente
do comportamento do FreeBSD histórico. A utilização desta opção é forte-
mente desencorajado, já que o comportamento é dependente de imple-
mentação. No FreeBSD, -r é um sinônimo de -RL e funciona da mesma forma,
a menos que modificada por outras opções. Implementações históricas do
-r diferenciam-se no sentido de que copiam arquivos especiais como
arquivos normais enquanto estão recriando uma hierarquia.

As opções -v e -n não fazem parte do padrão e suas utilizações em scripts
não são recomendadas.

VEJA TAMBÉM
mv(1), rcp(1), umask(2), fts(3), symlink(7)

PADRÕES
Espera-se que o comando cp seja compatível com IEEE Std 1003.2
(``POSIX.2'').

HISTÓRIA
Um comando cp apareceu no Version 1 AT&T UNIX.

0
mai
31
2009

Como editar o arquivo boot.ini do Windows XP

Salvar uma cópia de backup do Boot.ini

  1. Clique com o botão direito do mouse em Meu computador e clique em Propriedades.
    -ou-

    Clique em Iniciar, em Executar, digite sysdm.cpl e clique em OK.

  2. Na guia Avançado, clique em Configurações e em Inicialização e recuperação.
  3. Em Inicialização do sistema, clique em Editar. Isso abrirá o arquivo no Bloco de Notas pronto para edição.
  4. No Bloco de Notas, clique em Arquivo na barra Menu e clique em Salvar como.
  5. Clique com o botão direito do mouse em uma área vazia da caixa de diálogo Salvar como, aponte para Novo no menu de contexto, e clique em Pasta.
  6. Digite um nome para a nova pasta, por exemplo, temp, e pressione a tecla ENTER para criar a pasta chamada temp.
  7. Clique duas vezes na nova pasta chamada temp e clique no botão Salvar para salvar a cópia de backup do arquivo Boot.ini.

Editar o arquivo Boot.ini

Para exibir e editar o arquivo Boot.ini:

  1. Clique com o botão direito do mouse em Meu computador e clique em Propriedades.
    -ou-

    Clique em Iniciar, em Executar, digite sysdm.cpl e clique em OK.

  2. Na guia Avançado clique em Configurações e em Inicialização e recuperação.
  3. Em Inicialização do sistema, clique em Editar.

Arquivo Boot.ini de exemplo

Esse é um exemplo do arquivo Boot.ini padrão de um computador com Windows XP Professional.

[boot loader]
timeout=30
default=multi(0)disk(0)rdisk(0)partition(1)\WINDOWS
[operating systems]
multi(0)disk(0)rdisk(0)partition(1)\WINDOWS="Microsoft Windows XP Professional" /fastdetect

Esse é um exemplo do arquivo Boot.ini acima com uma instalação anterior do Windows 2000 em uma partição separada.

[boot loader]
timeout=30
default=multi(0)disk(0)rdisk(0)partition(1)\WINDOWS
[operating systems]
multi(0)disk(0)rdisk(0)partition(1)\WINDOWS="Windows XP Professional" /fastdetect
multi(0)disk(0)rdisk(0)partition(2)\WINNT="Windows 2000 Professional" /fastdetect

Modificando o Boot.ini

Embora você possa modificar o arquivo Boot.ini usando a caixa de diálogo Inicialização e Recuperação, onde é possível selecionar o sistema operacional padrão, alterar o valor de tempo limite ou editar manualmente o arquivo, o método a seguir usa o utilitário de linha de comando Bootcfg.exe.

Observação O utilitário Bootcfg.exe está disponível apenas no Windows XP Professional. Esse utilitário não está disponível no Microsoft Windows XP Home Edition. Por isso, esta seção não se aplica ao Windows XP Home Edition.

  1. Clique em Iniciar e em Executar.
  2. Na caixa de texto Abrir, digite cmd.
  3. No prompt de comando, digite bootcfg /?.
  4. A ajuda e parâmetros para BOOTCFG.exe serão exibidos.

Adicionando um sistema operacional

No prompt de comando, digite:

bootcfg /copy /d Operating System Description /ID#

No qual Operating System Description é a descrição do texto (por exemplo, Windows XP Home Edition), e # especifica a identificação de entrada de inicialização na seção do sistema operacional do arquivo BOOT.INI da qual a cópia foi feita.

Removendo um sistema operacional

No prompt de comando, digite:

bootcfg /delete /ID#

No qual # especifica a identificação de entrada de inicialização que você deseja excluir da seção do sistema operacional do arquivo BOOT.INI (por exemplo, 2 para o segundo sistema operacional listado).

Definindo o sistema operacional padrão

No prompt de comando, digite:

bootcfg /default /ID#

No qual # especifica o a identificação de entrada de inicialização na seção do sistema operacional do arquivo BOOT.INI que fará o sistema operacional padrão.

Definindo o tempo limite

No prompt de comando, digite: bootcfg /timeout# No qual # especifica o tempo em segundos depois do qual o sistema operacional será carregado.

Abrir o arquivo Boot.ini para verificar alterações

  1. Clique com o botão direito do mouse em Meu computador e clique em Propriedades.
    -ou-

    Clique em Iniciar, em Executar, digite sysdm.cpl e clique em OK.

  2. Na guia Avançado clique em Configurações e em Inicialização e recuperação.
  3. Em Inicialização do sistema, clique em Editar.
0
mai
30
2009

Mensagem: Thank You for installing cPanel / WHM

In order to access the interface, you will need to make sure that the software license on this server is active and installed.

Your license could not be activated because:

Cannot Read License File

  1. First, go to http://verify.cpanel.net/ and enter the public IP address of this server to make sure it is licensed.
  2. If licensed, try running /usr/local/cpanel/cpkeyclt from the command line as root.
  3. You'll also need to make sure that port 80 is open to contact our license server and that your hostname is a FQDN.

If you don't currently have a license, you can obtain a trial license by registering at the cPanel Store and requesting a trial under Free Services.

You can purchase/lease a license directly from cPanel or from one of our Partners

Once the license on this server is active, you will no longer see this message. If you have installed a license since loading this page, click here to reload.

Bom se você esta recebendo esta mensagem ao acessa o seu WHM, entre em contato com o seu provedor ou administrador de sistema para verificação da licença do Cpanel de seu servidor.

0
mai
27
2009

Comando Linux em backgroud

Imagine tendo que rodar um comando em um servidor remoto que irá demorar um pouco para ser execultado e você não tem muito tempo para esperar... Qual é a solução? Lasco né? Solução seria abrir outra conexão via SSH caso deseja-se efetuar outro comando na shell, ou esperar o 1º comando.

Bom mais tudo no linux existe uma solução prática =)

Imagina um script logo para execulsão chamado gerar_backup.sh

Para execulta-lo normalmente usariamos:

# ./gerar_backup.sh

Bom isso deixaria o terminal ocupado por um bom tempo dependendo de seu servidor uma dica é usar o "&" comercial. Vejamos como ficaria:

# ./gerar_backup.sh &

Após o comando o shell envia-o diretamente para backgroud deixando seu terminal livre para novos comandos...

0
mai
26
2009

Dicas para iniciantes no Linux

Segue mais alguns comandos básicos para utilização em ambiente linux:

Que tal fazer uma busca de um arquivo com mais de 10Mb em seu sistema via SSH?

Vamos por mão na massa:

# find /home -type f -size +10000000c -ok rm -rf {} \;

E agora vamos procurar um arquivo que um determinado usuário é dono.

# find / -type f -usuario

Vamos ver seu IP,  somente seu IP ao invés de várias informações usando o IFCONFIG?

# ifconfig eth1 | grep inet | head -1 | awk '{print $2}' | cut -d: -f2

0
mai
24
2009

Localizando Malwares Comuns no Linux- Cpanel

Em um servidor com o cpanel istalado é existe diversos scripts para a localização de virus um deles é o

# /scripts/findhacks

Este comando irá procurar pelos malwares mais comuns em servidores Linux.

Caso deseje uma busca mais complexa use:

# /scripts/findtrojans

Outra dica é a instalação do ClamAV ou RKhunter para veririficação de seu sistema.

0
mai
19
2009

Escaneando sistemas Linux com RootCheck

RootCheck percorre o sistema à procura de possíveis trojans, que rastreia as portas para a actividade maliciosa, e verifica a existência de rootkits, e também os logs, permissões e mais.
Instalação:
Entre via SSH como ROOT

# wget http://www.ossec.net/rootcheck/files/rootcheck-0.4.tar.gz

# tar -xvzf rootcheck-0.4.tar.gz
# cd rootcheck-0.4
# ./install

Escaneandoo sistema

# ./rootcheck.pl

0
mai
18
2009

Forma Simples para Compactar e Descompactar Arquivos no Linux

Mais um post com dicas de compactação de arquivos no linux.

.tar

Compactação de arquivos .tar

# tar -zcf nome_final_do_arqivo.tar nome_da_pasta_ou_arquivo

Na prática:

# tar -zcf backup_img.tar imagens/

Para descompactar:

# tar -zxvf backup_img.tar


.tar.gz

Compactação de arquivos .tar.gz

Primeiro gere o arquivo .tar com o comando:

# tar -cf nome_final_do_arqivo.tar nome_da_pasta_ou_arquivo

Após usamos:
# gzip -9 nome_final_do_arqivo.tar

Pronto gerado o arquivo .tar.gz... E para descompactar?? Vamos lá..

# gzip -d nome_final_do_arqivo.tar.gz
# tar -zxvf nome_final_do_arqivo.tar

.tar.bz2

Para obter a compactação máxima, este seria o melhor formato:

1)Gere o arquivo.tar com a seguinte sintaxe:
# tar -zcf nome_final_do_arqivo.tar nome_da_pasta_ou_arquivo

2)Gere agora o .tar.bz2 da seguinte forma:
# bzip2 nome_final_do_arqivo.tar

Agora vamos descompactá-lo:

# bunzip2 nome_final_do_arqivo.tar.bz2

# tar -zxvf nome_final_do_arqivo.tar

Bom acho que é só isso, qualquer dúvida basta comentar...

0
mai
17
2009

Avisando ao administrador quando alguém acessa SSH com login root

Vamos editar o aquivo .bashrc que fica dentro da partição /root

# vi /root/.bashrc

Adicione no final

echo 'ALERT - Acesso ao Root (SeuServidor) em:
' `date` `who` | mail -s "Alerta: Acesso ao root por `who | cut -d"
(" -f2 | cut -d")" -f1`" email@adminserver
6
mai
16
2009

O que é a RAID 10?

Uma matriz RAID 10 usa quatro discos rígidos para criar uma combinação RAID de níveis 0 e 1 formando uma matriz RAID 0 de duas RAID 1.

Como todos os dados na matriz RAID 0 são duplicados, a capacidade da RAID 10 é do tamanho da matriz RAID 0. Por exemplo, quatro unidades de disco de 400 GB em uma matriz RAID 10 parecerão uma unidade única de 800 GB ao sistema operacional.

O benefício principal da RAID 10 é que ela combina os benefícios de desempenho de tolerância a falhas da RAID 0 e RAID 1. Ela oferece confiança de dados no caso de falha em uma unidade. Quando um disco rígido falha, todos os dados estarão imediatamente disponíveis no outro disco sem nenhum impacto à integridade desses dados. No caso de falha de um dos discos, o sistema permanece plenamente operacional, garantindo produtividade máxima. A tolerância a falha de dados pode ser restaurada substituindo-se a unidade com problema.

O desempenho de uma matriz RAID 10 é maior que o de um disco único, pois os dados podem ser lidos em múltiplos discos simultaneamente. Comparada a um RAID 0 de dois discos, o desempenho de leitura do RAID 10 é maior porque os dados podem ser lidos da metade do espelho mas o desempenho de gravação é ligeiramente menor porque os dados são apagados completamente na matriz.

Mínimo de discos: 4
Vantagem: Combina o desempenho de leitura da RAID 0 com a tolerância a falhas da RAID 1.
Tolerância a falha: Excelente - o espelhamento de disco significa que todos os dados em um disco são duplicados no outro.
Aplicação: Aplicativos de alto desempenho que requerem proteção de dados, como, por exemplo, edição de vídeo.

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